Eleições 2018: Quero ser analisado pelas propostas e não por denegrir imagem, afirma Wellington

August 29, 2018

O candidato ao governo Wellington Fagundes (PR) prefere adotar cautela a utilizar a delação do ex-secretário estadua de Educação, Permínio Pinto, contra o adversário Pedro Taques (PSDB). Conforme informações do Folha de S.Paulo, o ex-Seduc acusa o tucano de integrar o esquema de desvios na pasta para pagar dívida de campanha. 

Para Wellington, a população é quem irá fazer o “julgamento”, sendo que cada um responderá pelos seus atos. “Quero ser analisado pelas minhas propostas e não por denegrir a imagem do outro. Cada um responde pelos seus atos”.

A declaração do republicano foi em resposta ao questionamento sobre acordo de colaboração premiada (delação) firmado entre o ex-secretário e a Procuradoria Geral da República (PGR), homologada pelo ministro Marco Aurélio Melo, do STF. Sob sigilo, documentos trariam como provas uma conversa de Whatssapp com o governador em que é autorizada facilidades a empresas para participação da licitação de Seduc na reforma de escolas. Taques nega qualquer envolvimento.

Conforme Wellington, que visitou o gabinete do deputado Valdir Barranco (PT) na Assembleia, nesta terça (28), homem público não pode ter medo de investigação. Por outro lado, uma acusação não pode servir como condenação. “Investigação não pode servir para denegrir ou execrar as pessoas. Ao contrário, isso pode até fortalecer ao provar que não há envolvimento”.

Na corrida eleitoral, Wellington tem se esquivado do bate-boca entre candidatos, deixando a polarização apenas para Taques e o candidato Mauro Mendes (DEM). O democrata e o tucano têm trocado farpas antes mesmo dos programas eleitorais, que se iniciam nesta sexta (31), e costumam acirrar os ânimos entre os postulantes.



Senador Wellington Fagundes prefere manter cautela e evita usar delação de ex-secretário da Seduc citando Pedro Taques contra o próprio tucano

CPI Grampos

Em relação à instalação da CPI dos Grampos, o candidato afirma que a Comissão é instrumento político e pode mais atrapalhar do que ajudar, principalmente, em meio a corrida eleitoral. “Não vou opinar (independência entre Poderes), mas peço a todos, inclusive candidatos, que tenhamos prudência para não elevar mais a crise”.

A CPI dos Grampos está “emperrada”, pois não conseguiu as 16 assinaturas necessárias para instalação, quando se têm o limite máximo de três Comissões em andamento na Assembleia. A Mesa Diretora devolveu o requerimento para que Janaina. autora da proposta, tente o número de rubricas necessárias, o que não aconteceu ainda.

Hoje o Legislativo tem três CPIs em andamento, sendo a do Fundeb/Fethab, Cartas de Crédito e dos Consignados. 

 

 

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