Venda de carros tem queda em MT

January 5, 2018

Ao contrário do saldo positivo atingido pelo segmento revendedor de veículos no país, em 2016, as concessionárias de Mato

 

 

 

 

 

 

Grosso encerraram 2017 com retração de 2,16%. Conforme dados divulgados ontem pela Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas/emplacamentos de veículos zero quilômetro somaram 73.486 unidades de janeiro a dezembro do ano passado contra 75.108 em igual acumulado de 2016. 

No país, as vendas de veículos novos subiram 9,23%, com a comercialização de 2.239.403 unidades, entre automóveis, comerciais leves (como picapes e furgões), caminhões e ônibus, acima do total de 2.050.240 unidades vendidas em 2016. 

 

A queda registrada no Estado se deu mesmo com o saldo de dezembro fechando com um dos maiores volumes de unidades vendidas no decorrer do ano e apresentar alta de quase 13% em relação ao mesmo mês de 2016. No mês passado, 7.629 unidades foram vendidas contra 6.753 em igual momento de 2016. 

Na análise mensal, Mato Grosso se destaca sobre a média nacional, cuja expansão no período foi de 4,13%, dando ao Estado um crescimento três vezes maior. 

Das mais de 73 mil unidades vendidas em 2017 no Estado, o segmento de motos representou 41,71% do total e os automóveis responderam por outros 36,61%. 

NO PAÍS - “A soma dos fatores positivos e a entrada dos recursos do décimo terceiro no orçamento das famílias fortaleceram o sentimento de confiança e a expectativa dos consumidores, que foram às concessionárias comprar seu automóvel 0 km”, disse o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. 

 

A expectativa da federação é de manutenção do clima favorável às vendas, registrando novo ciclo de crescimento, podendo alcançar 10,3% em relação ao ano passado, somados todos os segmentos. 

Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, a expectativa é de alta de 11,9% sobre os resultados de 2017. Já para caminhões e ônibus, a Fenabrave projeta crescimento de 8,6%, sendo 9,5% para caminhões, 5,4% para ônibus e 7,8% para implementos rodoviários. 

O segmento de motocicletas, que vem sofrendo sucessivas quedas desde a crise de 2008, poderá apresentar alta estimada em 6,5%. Para tratores, a previsão é de alta de 5,1% e para colheitadeiras, de 5,4%. 

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