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Governador lamenta "ódio e rancor" dos ex-aliados e pede que leiam Salmo bíblico


Durante o lançamento da Caravana da Transformação, nesta segunda-feira, em Cuiabá, o governador Pedro Taques (PSDB) retrucou as críticas feitas pelo seu ex-aliado, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), que disse que o projeto tem caráter assistencialista. Ele chegou a sugerir que a oposição “reze”.

Pivetta, que foi coordenador da campanha de Taques para o Governo, em 2014, disse na última semana que “um governo que precisa fazer uma Caravana da Transformação para levar ‘servicinho’ de saúde para a sociedade, está há seis mil anos atrasado”. O ex-prefeito ainda disparou. “Isso se faz nas aldeias africanas, onde povos são nômades e não têm endereço”, alfinetou.

Taques disse que a oposição está com ódio e rancor, e ironizou, pedindo que rezassem. “Eu analiso as críticas como quem não tem ódio no coração. Analiso como aquele que todo dia de manhã, lê o Salmo 91. A estas pessoas com ódio e com rancor, eu peço que rezem um pouco”, retrucou Taques.

Taques lançou a edição de Cuiabá da Caravana da Transformação nesta segunda-feira, na Arena Pantanal. Esta é a 13ª edição do projeto, que o governador trata como prioridade em seu mandato.

Nela, são oferecidas cirurgias e serviços de cidadania. Ele afirmou que manterá o programa até o final de seu mandato. “Se eu não tivesse feito nada como governador, já estaria satisfeito por ter realizado a Caravana. Quero dizer que até o prazo que for governador de Mato Grosso, no mínimo até 31 de dezembro de 2018, por obra de Deus e do povo de Mato Grosso, eu não acabo com a Caravana”, afirmou.


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