• Assessoria Prefeitura Cuiabá

Município e Vara da Infância e Juventude dialogam sobre isonomia financeira das Casas Lares


Garantir a seguridade de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade é uma das grandes missões da Prefeitura de Cuiabá. E para que as Casas Lares tenham todo a estrutura necessária para assegurar esta premissa, o prefeito Emanuel Pinheiro, o secretário municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Humano, Wilton Coelho, e a Vara da Infância e Juventude se reuniram com os coordenadores das unidades, para planejar medidas que certifiquem a isonomia financeira dos espaços. Ao longo do encontro, que aconteceu nesta sexta-feira (23), os gestores pontuaram medidas que possam aprimorar o valioso trabalho prestado aos pequenos.

“Equidade na prestação dos serviços públicos é sempre a palavra de ordem em tudo aquilo que o município desenvolve e como prefeito da Capital é fundamental garantir esse princípio na vida das nossas crianças e adolescentes que atualmente se encontram em fragilidade. Queremos que as setes Casas tenham todas as ferramentas que confiram acalento e proteção para o nosso tesouro, que é a vida de cada um destes pequeninos. E para isso, precisamos reavaliar algumas posturas, acertar em outros aspectos e ninguém melhor para nos ajudar a conduzir esse processo que os próprios gestores das unidades. E considerando as necessidades apresentadas, já estamos planejando algumas mudanças e eu estarei particularmente envolvido em todo este processo, visitando os espaços e sinalizando na prática essas dificuldades. E para corrigir a ausência de veículos em alguns desses locais, estamos analisando a possibilidade de adotar táxis, seguindo os parâmetros utilizados no novo programa que estamos desenvolvendo junto à Secretaria Municipal de Gestão. A utilização desta modalidade de transporte garantirá a locomoção das crianças, os atendimentos das técnicas e psicólogas, à medida que também valoriza os profissionais do setor”, afirmou Pinheiro.

O franco debate, a fim de pontuar as necessidades latentes das Casas Lares, é visto de maneira extremamente positiva pelo promotor da Vara da Infância e Juventude, João Antonio Borges Pereira. Pontuando o atual contexto econômico enfrentado pelo país e as limitações orçamentárias do poder público, o gestor parabenizou o interesse do município em dedicar seus esforços em prol da defesa dos pequenos indefesos, pensando em estratégias eficazes que promovam resultados imediatos. Além disso, Pereira salientou a formação de um núcleo de trabalho direcionado para acompanhar as demandas, realizando reuniões quadrimestrais.

“Independente do momento que vivemos em nosso país, é crucial discutirmos alternativas viáveis para que as Casas Lares tenham os seus recursos mantidos de maneira igualitária, conforme também planejamos algumas medidas que promovam a redução de custos. O interesse do prefeito Emanuel Pinheiro em atuar participativamente neste processo é valioso, pois atesta seu compromisso em atender aquela parcela da população que mais precisa do amparo do município. E é com este foco que formalizamos um novo grupo de atuação com os coordenadores das unidades, onde nos reuniremos de maneira regular para discutir questões comuns e pensar em medidas que melhorem o atendimento dessas crianças e adolescentes - que infelizmente são retiradas de suas famílias por terem sido expostas a algum contexto vulnerável”, pontuou o promotor.

Trabalhar em uníssono é um dos compromissos que permitirá que as lacunas existentes nas Casas sejam preenchidas. De acordo com o secretário Wilton Coelho, a união de todas as esferas envolvidas vai refletir diretamente no crescimento sadio das crianças contempladas, permitindo que elas se distanciem de qualquer ambiente de caráter nocivo e pernicioso. Além disso, o titular ratificou que prestar toda a assistência aos coordenadores e suas respectivas equipes é a marca que certificará o crescimento do exímio trabalho desenvolvido por cada um dos profissionais envolvidos.

“Como o próprio prefeito evidenciou, o poder público não pode ficar à margem de todo esse contexto, mas deve sim assumir sua responsabilidade como agente facilitador. E este é um braço social que exerce um enorme impacto na vida das crianças, lhes oferecendo um abrigo emocional e físico, com as condições necessárias para que elas cresçam e se desenvolvam com muita saúde. Esta é uma missão que demanda uma dedicação enorme e nós vamos honrar este comprometimento dos gestores de cada uma das sete unidades, trazendo toda a nossa expertise e instrumentos necessários para que o atendimento das Unidades seja cada vez melhor. Este foi apenas o primeiro encontro de uma sequência contínua de reuniões que trarão soluções concretas para as Casas Lares”, concluiu.


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